PROJECTO DE INVESTIGAÇÃO

O MERCADO DO CAFÉ BIOLÓGICO NO PORTO URBANO:
CONHECIMENTO POR PARTE DO MERCADO E CONSUMO POTENCIAL



Turma Diurno A
Aleksandra Szlyk
Dolores Gouveia n.º 4080
Élio Fernandes n.º 3995
João Santos n.º 4019
Mário Antunes n.º 3966
Raquel Machado nº 4008
Tomasz Jarzacheu



Trabalho elaborado para a disciplina de Investigação e Métodos de Pesquisa leccionada pelo Dr. Jorge Remondes




IPAM – JANEIRO 2007




Índice


Introdução    5
1. Enquadramento Teórico    6
1.1 Razões do Estudo:    7
1.2. Objectivos do Estudo:    11
1.3. Metodologia:    12
1.4. Calendarização:    13
1.5. Resultados académicos esperados:    13
1.6. Resultados práticos esperados:    13
2. Recolha de Dados: Inquérito por questionário    14
2.1. Apresentação do Inquérito:    15
2.2. Analise de dados:    21
2.3. Cruzamento de informações:    36
Conclusão    43
Anexos    45
Bibliografia    56




Índice de Gráficos


Caracterização da amostra
Quadros


Gráfico 1 – Quanto ao sexo    16112
Gráfico 2 – Idade dos inquiridos    17
Gráfico 3 – Habilitações académicas dos entrevistados    18
Gráfico 4 – Situação profissional    19
Gráfico 5 – Actividade profissional    20

Analise de dados

Gráfico 6 – É consumidor de café?    21
Gráfico 7- Já ouviu falar em produtos orgânicos?    22
Gráfico 8 – Tem conhecimento da existência  de café de origem bioógica?    23
Gráfico 9 – Conhecimento de espaços comerciais que vendem café biológico?    24
Gráfico 10 – Compra café biológico para uso doméstico?    25
Gráfico 11 – Qual o tipo de moagem?    26
Gráfico 12 – Em que local?    27
Gráfico 13 – Com que frequência compra?    28
Gráfico 14 – Tem preferência por alguma marca?    29
Gráfico 15 – Qual o motivo da compra de café biológico?    30
Gráfico 16 – Porque não compra café biológico?    31
Gráfico 17 – Como se identifica quanto à alimentação?    32
Gráfico 18 – Costuma viajar em férias?    33
Gráfico 19 – Destino de férias: Portugal?    34
Gráfico 20 – Destino de férias: Europa?    34
Gráfico 21 – Destino de férias: Ásia?    34
Gráfico 22 – Destino de férias: África?    34
Gráfico 23 – Destino de férias: América do Norte?    35
Gráfico 24 – Destino de férias: América do Sul?    35
Gráfico 25 – Destino de férias: Oceânia?    35


Índice de Figuras

Índice de Tabelas

Cruzamento de informações


Tabela 1 – Idade vs Conhecimento de produtos biológicos    36
Tabela 2 – Sexo vs Compra de café biológico    37
Tabela 3 – Conhecimento da existência de café biológico vs Consumo de café    38
Tabela 4 – Alimentação vs Compra de café biológico    39
Tabela 5 – Destino de férias: Portugal vs Compra de café biológico    40
Tabela 6 – Destino de férias: Europa vs Compra de café biológico    40
Tabela 7 – Destino de férias: Ásia vs Compra de café biológico    41
Tabela 8 – Destino de férias: África vs Compra de café biológico    41
Tabela 9 – Destino de férias: América do Norte vs Compra de café biológico    42
Tabela 10 – Destino de férias: América do Sul vs Compra de café biológico    42





Índice de Anexos
- Tabelas (SPSS) de origem dos gráficos
- Matriz principal do inquérito utilizado




Introdução:


Este Projecto de Investigação tem como objectivo avaliar qual o conhecimento, comportamento e motivações relativamente ao café de origem biológica em indivíduos entre os 18 e 64 anos, no Porto Urbano.
A técnica de investigação utilizada para a recolha de informação quantitativa, primária, foi a de inquérito por questionário, administrado indirectamente (face a face).
O tratamento dos dados quantitativos teve como suporte o Software SPSS.
O relatório que se apresenta integra: enquadramento teórico do estudo, definição da metodologia de suporte, calendarização das tarefas e objectivos esperados (Parte I); apresentação específica do questionário, apresentação dos dados, analise dos resultados e conclusões (Parte II).



Parte 1

Enquadramento
Teórico



1. Enquadramento Teórico


Razões do Estudo
1.1 Razões do Estudo:

Tendências de Consumo e Estilos de Vida:

A alimentação é a nova paixão global!

Actualmente, debatem-se questões como proximidade, sustentabilidade, origem ética, comércio justo e solidariedade para com os agricultores…

De facto, na Europa Ocidental e nos E.U.A observa-se uma atitude de maior consciência e preocupação, por parte de determinados segmentos de consumidores, com estas questões, bem como, com a saúde.

Uma sondagem levada a cabo pelo “Future Laboratory”, diz que 33,2% dos consumidores se consideram “ Consumidores Conscientes” e que fazem as suas opções de compra com base ética.

 “Archetipal Consumption” é a designação de uma das Tendências referidas pelo “Future Concept Lab” e que sinteticamente, no que respeita à alimentação, traduz a importância que o consumidor confere à informação sobre a origem dos produtos (Autenticidade), bem como, à sua qualidade (Premium) e excelência.
Este tipo de atitude tem expressão no emergir de novos comportamentos de consumo, nomeadamente, o grupo de consumidores designados por Novos Autênticos e cujo ideal é exactamente a autenticidade, para com eles próprios e seus princípios, para com os outros e consequentemente no acto de consumo. São consumidores conscientes que valorizam a importância cultural da alimentação na nossa vida. Para eles o luxo não consiste em comprar uma peça de vestuário “Prada” mas em consumir produtos biológicos… O estilo de vida e hábitos de consumo deste segmento potencia a tendência para a evolução positiva do mercado de produtos biológicos, incluindo o café.


Mercado de Produtos Biológicos e Mercado de Café Orgânico:

A agricultura orgânica ganha cada vez mais espaço na economia mundial. O segmento de produtos orgânicos tem crescido cerca de 20% ao ano, tanto em países desenvolvidos como em desenvolvimento (UNCTAD, 2003) e é o segmento que mais cresce dentro do sector de alimentação. O mercado mundial de produtos orgânicos subiu de US$ 10 bilhões em 1997 para US$ 23-25 bilhões em 2003 (Yussefi e Willer, 2003), devendo alcançar US$ 29-31 bilhões em 2005 (considerando apenas 16 países da União Europeia, América do Norte e Japão).
O mercado de produtos orgânicos no Brasil foi estimado pelo BNDES, em 2002, na faixa de US$ 220 milhões a US$ 300 milhões (Ormond et al 2002). Nova compilação de dados feita pelos mesmos autores em 2003, já elevava essa estimativa para a faixa de US$ 700 milhões a US$ 1 bilhão, considerando tanto o mercado interno como a exportação de produtos orgânicos.
Os cafés sustentáveis – comércio justo, biológico – representam, segundo a “Oikos”, apenas 2% do mercado global, mas tendem a crescer fruto desta maior responsabilidade social dos consumidores nos mercados ocidentais, estimando-se que em 2004 se situassem 55% a 65% acima dos valores em de 1999.
O mercado internacional de café orgânico é dominado pelo México que comercializa mais de 30 mil toneladas ao ano e é o maior produtor, com uma área estimada em 70.838 ha (10,4% de toda a área cultivada com café naquele país) (Yussefi & Willer, 2002; Lernoud & Piovano, 2004). Peru (onde 30% da produção de café é orgânica), Bolívia, Colômbia, Nicarágua, Guatemala e Costa Rica são também importantes produtores de café.




A Alemanha é o país que mais consome café biológico.
Será a Alemanha ou a Holanda? Não existe referência à Alemanha no texto seguinte

O consumo na Holanda tem também uma expressão considerável, sendo que existem cadeias de franchising especialistas na venda de café e chá orgânicos – “Symon Lévelt BV”.

Muitos supermercados na Europa e E.U.A. têm secções de comida étnica/autêntica, onde se incluem produtos de origem biológica – “Sainsbury”, por exemplo.

As vendas de produtos orgânicos em Inglaterra, por exemplo, tem crescido em libras 2.3 m, por semana e o mercado dos mesmos estima-se num valor de 1.213bn (também em libras). A marca “100% Fairtrade Café Direct” é a sexta maior em Inglaterra.
A “Nestlé”, por exemplo, tem como oferta a linha “Nescafé Partner´s Blend”.
Em Portugal, os produtos orgânicos são vistos como “ uma coisa de neo -hippies, vegetarianos, macrobióticos ou elites”. No País este produto é vendido, fundamentalmente, em lojas de comércio justo, supermercados de produtos biológicos (“Celeiro”) e algum retalho com oferta de produtos macrobióticos e vegetarianos.
De acordo com um estudo sobre Economia e Meio Ambiente da Faculdade de Economia do Porto – “ A Agricultura Biológica na região do Porto” – do ano lectivo de 2001/ 2002, apesar do crescimento da comercialização deste tipo de produtos (cerca de 20% ao ano) e da alteração no perfil de consumidores (conferem maior importância à qualidade) é notória a necessidade de desenvolvimento de estruturas de comercialização, sendo difícil a colocação destes produtos nas grandes superfícies o que facilitaria o acesso ao público em geral. Uma outra questão que dificulta o acesso é o preço, sendo que estes produtos são vistos como de luxo.



O café orgânico na maioria das vezes é 35% mais caro.

Por outro lado, a maioria das marcas de café presentes, em Portugal, na grande distribuição, não demonstra preocupação com o desenvolvimento sustentável, em passar informação fiável e que apele ao consumo de produtos, por um lado autênticos, por outro éticos. Excepção para a “Delta” com o “Projecto Sustentabilidade nas Origens” e com os cafés de “Origens Seleccionadas – Delta Manaus, Mussulo e Delta Timor”.

Face a actualidade do tema, tendências internacionais de consumo e estilos de vida, bem como evolução do mercado global de produtos biológicos e especificamente de café orgânico, considerámos pertinente, avaliar o conhecimento, atitudes e comportamentos de indivíduos entre 18 e 64 anos, em relação ao Café Biológico, no Porto Urbano,




1.2. Objectivos do Estudo::

Objectivos Gerais:

Avaliar o conhecimento que os consumidores da cidade do Porto, entre os 18 e 64 anos têm sobre o Café Biológico, bem como, atitude e comportamento face ao mesmo.

Objectivos Específicos:

1.Avaliar conhecimento sobre conhecimento de Café Orgânico, no universo e espaço geográfico pré -definidos;  
2. Determinar conhecimento do público em relação à oferta do Produto na cidade do Porto; Identificar onde comprar;
3. Identificar quem compra (idade; sexo; profissão; cruzamento com informação sobre hábitos alimentares e destinos de viagem em férias);
4. Determinar motivações para comprar; razões para não comprar;
5. Avaliar a atitude face ao produto;
6.Analisar mercado actual versuss mercado potencial.;



1.3. Metodologia:

Metodologia:

O inquérito constitui o instrumento central de recolha de informação quantitativa para o estudo. O mesmo integra perguntas de filtro, perguntas fechadas e semi - fechadas, sobre variáveis demográficas, comportamentos e motivações. O inquérito de rua será realizado preferencialmente junto de espaços comercias com características diversas: lojas de comércio justo; lojas de produtos biológicos; espaços que vendem produtos macrobióticos e vegetarianos; lojas Gourmet; superfícies para o público em geral - média e grande dimensão.
1.Análise de estudos académicos, casos, informação generalista;
2.Elaboração e implementação de inquérito;
3.Análise e tratamento de dados empíricos relativos ao inquérito;
4.Elaboração de relatório final com as conclusões quantitativas.
5.Outros recursos: Internet; Bibliografia e Artigos de fontes diversas; SPSS.


1.4. Calendarização:

Semanas
Tarefas
Semana 3 e 4 de Novembro
Revisão de informação
Semana 1 de Dezembro
Elaboração do questionário
Semana 2 e 3 de Dezembro
Implementação do questionário
Semana 2 e 3 de Janeiro/07
Análise e tratamento de dados
Semana 4 e 5 de Janeiro/07
Conclusões e Redacção do relatório


1.5. Resultados académicos esperados:

É importante referir o deficit de estudos sobre este assunto em Portugal. Assim, este projecto poderá contribuir para um maior conhecimento do mercado actual de café orgânico na cidade do Porto, bem como, indirectamente para um maior conhecimento sobre este tema, no País.



Em termos individuais, adquirir algumas competências ao nível da investigação e pesquisa de marketing, especificamente, no âmbito da criação e implementação de questionários, análise e tratamento de dados quantitativos, bem como, da elaboração de relatório conclusivo.

1.6. Resultados práticos esperados:

Decorrendo das conclusões do projecto de investigação, poderá este estudo sensibilizar as empresas para uma tendência de consumo emergente, para um nicho de mercado que pode ser interessante explorar, e por consequência, para uma nova oportunidade de negócio.




Parte 2

Recolha de Dados


 

2. Recolha de Dados: Inquérito por questionário

Dividido em 2 capitulos
1 - Apresentação do inquérito
(objectivos, estrutura, tipo de perguntas, metodologia de aplicação, amostra (caracterização dos entrevistados – pode ser com gráficos)

2 – Analise do dados
(outputs, gráficos ou tabelas, dois tipos de tabelas frequências e cruzamentos, dois tipos de gráficos (barra e queijo), leitura e resultados)

Capitulo 1
1 - Apresentação do inquérito
(objectivos, estrutura, tipo de perguntas, metodologia de aplicação, amostra (caracterização dos entrevistados – pode ser com gráficos)


2.1-. Apresentação do Inquérito:

Objectivos:
Objectivos Gerais:
Avaliar o conhecimento que os consumidores da cidade do Porto, entre os 18 e 64 anos têm sobre o Café Biológico, bem como, atitude e comportamento face ao mesmo.
Objectivos Específicos:
1.Avaliar conhecimento sobre conhecimento de Café Orgânico, no universo e espaço geográfico pré -definidos;  
2. Determinar conhecimento do público em relação à oferta do Produto na cidade do Porto; Identificar onde comprar;
3. Identificar quem compra (idade; sexo; profissão; cruzamento com informação sobre hábitos alimentares e destinos de viagem em férias);
4. Determinar motivações para comprar; razões para não comprar;
5. Avaliar a atitude face ao produto;

6.Analisar mercado actual vs mercado potencial;Este inquérito, de natureza anónima, foi administrado de forma indirecta por recolha face a face.

A sua estrutura, teve em conta a recolha de informação quantitativa sobre o tema em análise. O inquérito apresenta-se estruturado em 3 partes: É composta por uma introdução, onde se explica ao entrevistado, de forma sucinta, os objectivos do inquérito de investigação;. Após a qual, se introduzem questões de ordem sócio-demográfica, caracterizadores dos indivíduos entrevistados - questões de ordem sócio – demográfica;. Na segunda partecorpo do inquérito que integra  do questionário, introduzem-se as questões sobre o tema do café biológico..


Como referido em cima, as perguntas do questionário são questões fechadas e semi-fechadas, de forma a ser possível a sua análise estatística, por via informática. A ordem das questões teve em atenção, foi escolhida tendo por objectivo uma boa aceitação do questionário por parte do entrevistado. As perguntas  questões iniciais são generalistas, de fácil interpretação e resposta. Só depois destas, foram colocadas as questões que consideramos mais específicas e complexas..

As questões numeradas do ponto 1 ao 4, são questões de natureza sócio-demográfica. As questões 5  e 6, fazem uma introdução ao tema do trabalho. A pergunta seguinte (7), é a primeira pergunta de filtro e que aborda o conhecimento do inquirido perante o assunto. A pergunta 9, é a outra pergunta filtro do questionário, sendo que as perguntas que se seguem (9.1, 9.2, 9.2.1, 9.3 e 9.4), são directamente relacionadas com o consumo do café biológico. No último grupo de questões (11 à 13), faz-se referência aos hábitos alimentares e de férias dos inquiridos de forma a efectuar um cruzamento de dados entre estes.


Caracterização da amostra


Em relação à amostra deste estudo, foram realizadas 100 entrevistas, distribuídas por algumas zonas geográficas da cidade do Porto.

Em baixo, podemos ver a sua caracterização do ponto de vista sócio-demográfico.



Metodologia


O inquérito constitui o instrumento central de recolha de informação quantitativa para o estudo. O mesmo integra perguntas de filtro, perguntas fechadas e semi - fechadas, sobre variáveis demográficas, comportamentos e motivações. O inquérito de rua será realizado preferencialmente junto de espaços comercias com características diversas: lojas de comércio justo; lojas de produtos biológicos; espaços que vendem produtos macrobióticos e vegetarianos; lojas Gourmet; superfícies para o público em geral - média e grande dimensão.


1.Análise de estudos académicos, casos, informação generalista;
2.Elaboração e implementação de inquérito;
3.Análise e tratamento de dados empíricos relativos ao inquérito;
4.Elaboração de relatório final com as conclusões quantitativas.
5.Outros recursos: Internet; Bibliografia e Artigos de fontes diversas; SPSS.

 

Calendarização
Semanas
Tarefas
Semana 3 e 4 de Novembro
Revisão de informação
Semana 1 de Dezembro
Elaboração do questionário
Semana 2 e 3 de Dezembro
Implementação do questionário
Semana 2 e 3 de Janeiro/07
Análise e tratamento de dados
Semana 4 e 5 de Janeiro/07
Conclusões e Redacção do relatório

Resultados académicos esperados
É importante referir o deficit de estudos sobre este assunto em Portugal. Assim, este projecto poderá contribuir para um maior conhecimento do mercado actual de café orgânico na cidade do Porto, bem como, indirectamente para um maior conhecimento sobre este tema, no País.



Em termos individuais, adquirir algumas competências ao nível da investigação e pesquisa de marketing, especificamente, no âmbito da criação e implementação de questionários, análise e tratamento de dados quantitativos, bem como, da elaboração de relatório conclusivo.
Resultados práticos esperados
Decorrendo das conclusões do projecto de investigação, poderá este estudo sensibilizar as empresas para uma tendência de consumo emergente, para um nicho de mercado que pode ser interessante explorar, e por consequência, para uma nova oportunidade de negócio.
Estrutura do Inqu

Apresentação do Inquérito


Objectivos
Estrutura
Tipos de Perguntas do inquerito

Metodologia de Aplicação

Caracterização da Amostra
Foram realizados 100 inquéritos, distribuídos por várias zonas geográficas do distrito do Porto.


Como podemos verificar no gráfico, dos 100 inquiridos, 43 eram do sexo masculino e 57 do sexo feminino.


Gráfico 1

 


Em relação à perguntaquestão “ sobre a sua idade”, tivemos uma predominância de inquiridos que se situam entre os 25 e os 34 anos, com 31 indivíiduos; . 23 23 indivíiduos têm entre 35 e 44 anos;, distribuindo-se os restantes entrevistados distribuem-se pelas outras faixas etárias.

Gráfico 2


 

Na pergunta seguinte, sobre a Habilitações qualificação académicas:, é de salientar que 44 dos entrevistados, finalizaram o ensino superior.


Gráfico 3



Em relação à sua situação profissional e, como se observa como podemos ver no gráfico seguinte:, a  maioria dos inquéritos foram feitos a indivíduos são que se encontram no activos - 77%. Os restantes, são estudantes e desempregados.



Gráfico 4



Por fim, no que diz respeito à questão sobre a sua Aactividade profissional:, 60% dos inquiridos, são trabalhadores por conta de outrem, 15 e 9% são trabalhadores em nome individual e empresários, , respectivamente;. Houveram ainda 16 indivíduos que responderam “outra”. Em relação a esta opção, de notar que engloba os indivíduos a estudar e que não exercem ainda qualquer actividade profissional e as pessoas que os que se encontram desempregadoas.

Gráfico 5



2.2. Analise de dadosCapitulo 2:

EAssim, em relação à questão “ÉÉ consumidor de café?”, 79% dos entrevistados, respondeu que sim. Os restantes 211, respondemram que não consomem café.

Gráfico 6




No que diz respeito à primeira das questões, onde se aborda o tema de genericamente os produtos orgânicos, 75 dos inquiridos, afirmaou já ter ouvido falar de produtos orgânicos, enquanto que os restantes 25, afirmaram que nunca ouviram falar.

Gráfico 7
do assunto.


A questãopergunta  7 do questionário, era uma questão de filtro, e dava início iniciava aàs questões sobre o tema do nosso trabalho sobre o café orgânico. Verifica-se Em relação a esta questão, verificou-se uma alteração radical, no conhecimento por parte dos inquiridos, quando comparando com a anterior questão. Assim, verificou-se queA a maioria dos inquiridos não tem conhecimento da existência de cafés de origem orgânica.

Gráfico 8



Na questão seguinte inquiria-se as pessoas sobre se tinham conhecimento de espaços comerciais, na cidade do Porto, que vendessem café orgânico. Como poderemos ver, demonstra ono gráfico seguinte, apenas 13 pessoas respondemram que tinham ter conhecimento desses espaços. Houveram 14 pessoas, que embora tenham conhecimento da existência de café orgânico, não conhecem no entanto, nenhum espaço. Ainda em relação a este gráfico, de referir que a categoria “missing”, se refere a todos os questionários entrevistados que ao responderem “não” na pergunta anterior, passamvam directamente para a questão sobre a alimentação.

Gráfico 9



Relativamente à questão número 9, apenas 7 pessoas afirmamram comprar café biológico. Por outro lado, 19 das pessoas, que têm conhecimento da existência de café biológico, dizem afirmaram não comprar. Os restantes 74 inquiridoséritos, ficaram não respondem a esta questão.em branco no que diz respeito a esta pergunta.



Gráfico 10



Texto




Em relação à questão seguinte, representada no gráfico abaixo, é visível que a grande maioria dos inquiridos não respondeu, uma vez que não têm conhecimento de café biológico ou não o compram.

Das restantes, de notar que a moagem filtro, é o tipo de moagem mais utilizado.consumida.


Gráfico 11



Relativamente ao local onde os 7 dos inquiridos afirmam comprar café biológico:, este está disperso, de forma pouco representativadiversidade de respostas, sendo que , pelos hipermercados, supermercados e lojas de comércio justo têm importância idêntica..



Gráfico 12


Relativamente à frequência de compra do produto em anáalise, a maioria das pessoas consumidoras, afirmaou comprar às vezes café biológico.



Gráfico 13


Quanto à preferência por uma marca, 6 dos inquiridos dizafirmou não ter preferência alguma. Dois2 afirmamram ter preferência e os restantes 92 não respondemram a esta pergunta.



Gráfico 14


Relativamente à questão sobre o motivo que leva os consumidores de café biológico a optarem por comprar, de notar que a maioria (5) afirma que é por questsões de saúde. Os restantes, dividem-se entre preocupações ambientais e pela qualidade. Neste caso, houveram 93 inquéritos sem resposta.


Gráfico 15


No que diz respeito ao motivo que leva as pessoas a não comprar café biológico, das respostas obtidas, 10 dos inquiridos afirmaou ser por dificuldade de acesso ao produto. Seis dos entrevistados,6 por outros motivos que não os especificados e os restantes pelo preço e qualidade do produto, respectivamente. O número de questionários não respondidos baixaou, relativamente às questões anteriores para 79 inquéritos.


Gráfico 16


Alimentação: Em relação a esta questão, todos os inquéritos foram respondidos. 77% das pessoas afirmamram ser adeptos da cozinha tradicional portuguesa. Os restantes dividem-se deividiram-se de forma equilibrada pelas restantes categorias.


Gráfico 17


Férias: A esta questão, das 100 respostas obtidas, 74 afirmaram que costumam viajar em férias. Os restantes 26, não costumam viajar em férias.


Gráfico 18


Relativamente aos destinos de férias, podemos ver, analisando os gráficos seguintes, que: 92 pessoasindivíduos afirmaram já ter viajado paraem  Portugal;. 56 pessoas, já viajaram para a Europa;. aApenas 6 viajaram para a Ásia;, enquanto que para AÀfrica, 17 dos inquiridos afirma já ter viajado.

Gráfico 19
Gráfico 20
Gráfico 21
Gráfico 22
Ainda quanto a destinos de férias: 14 dos inquiridos, respondeeu já ter viajado para a América do Norte, e 22 das pessoas entrevistadas afirmaram já ter escolhido a América do Sul como destino de férias. Por fim, apenas 4 dos entrevistados, revelaou já ter viajado para a Oceânia em férias.

Gráfico 23
Gráfico 24
Gráfico 25



2.3. Cruzamento de informações:

Na tabela abaixo indicada, cruzamos : cruzamento da idade dos inquiridos com o seu conhecimentos sobre a existência de produtos orgânicos.

Tabela 1



Pela análise, podemos verificar, regista-se que dos indivíduos que afirmaram conhecer café biológico, 66,6 % têm entre os 35 e os 54 anos.


Tabela 2




Em relação, ao cruzamento do sexo dos inquiridos com os indivíduos que afirmaramm comprar café biológico, conclui-se que dos que afirmaramrespondem  comprar café biológico, a maioria dos indivíduos são do sexo feminino (5), contra (2) masculinos.

Esta conclusão, poderá revelar uma maior abertura dos indivíduos do sexo feminino, às questões relacionadas com alimentação / café orgânico.


Cruzamento dos indivíduos que são consumidores de café, com o seu conhecimento sobre a existência de cafés orgânicos.

Tabela 3



Podemos Cconclui-se pela análiser do quadro, que os consumidores de café têm um maior conhecimento sobre o tema. Dos indivíduos que consomem café, 31,6%, afirmouresponde  ter conhecimento sobre a existência de cafés orgânicos, enquanto que dos indivíduos que não consomem café, apenas 9,5% afirmaou conhecer cafés orgânicos.

Cruzamento dos indivíduos que compram café biológico e a sua alimentação:

Tabela 4



Como se pode analisar, dos indivíduos que compram café biológico, estão bastante dispersos pelas quatro categorias.

Por outro lado, dos 19 indivíduos que afirmamram não comprar café biológico, 73,7%, são adeptos da comida tradicional portuguesa.

Será assim, interessante cruzar os dados de cada tipo de comida e o consumo de café biológico.

Em baixo, cruzamou-se os consumidores de café biológico, com os destinos de férias para onde já viajaram os inquiridos::

Tabela 5

Tabela 6

Tabela 7

Tabela 8

Tabela 9

Tabela 10


Após Da anáalise dfeita aos quadros referentes aos destinos de férias, resulta podemos analisar que dos indivíduos que compram café biológico, 71,4% já viajou para a Europa, . sSendo que 42,9% já viajou para África.




Conclusão


Abordagem sintética aos resultados:
No universo dos 100 indivíduos que respondem ao inquérito 79% consome café, no entanto, somente 27% afirma ter conhecimento da existência de café biológico e 13% conhece espaços que vendem café biológico no Porto urbano, exclusivamente, 7% compra café de origem orgânica.

Dos indivíduos que têm conhecimento da existência de café de origem orgânica 66% tem entre 35 e 54 anos.
Dos indivíduos que compram café biológico para uso doméstico 71% são do sexo feminino.
Os consumidores de café orgânico não o compram sistematicamente, uma vez que a grande maioria, 87% (6 em 7 indivíduos), responde comprar “às vezes”.
Os consumidores de café orgânico para uso doméstico, fazem a sua aquisição em hipermercados, supermercados ou lojas de comércio justo, sendo que os diferentes canais têm peso relativo idêntico.
Afirmam não ter preferência por qualquer marca.
A maioria dos consumidores deste produto, 57% (4 em 7 indivíduos) opta pela moagem filtro.
Ainda de referir que 71% (5 em 7 indivíduos) dos consumidores compra café de origem orgânica por questões de saúde. Também são mencionadas as opções preocupações ambientais e qualidade, embora que sem expressão.
No que respeita à dieta alimentar, e uma vez que os consumidores de café biológico se distribuem pelas várias opções disponíveis (comida tradicional portuguesa, vegetariano, etc…), não é possível estabelecer uma relação entre hábitos alimentares e consumo de café de origem orgânica.

No universo de consumidores de café biológico, 71,4% dos indivíduos viajou em férias na Europa e 42,9% para África.
De observar que 10% dos inquiridos afirmam não comprar café biológico por dificuldade de acesso ao produto.
Estes resultados permitem-nos concluir do deficit de conhecimento sobre este tipo de produto e locais em que se distribuem, bem como, da falta de sensibilização para questões éticas da alimentação, por parte dos indivíduos que integram o universo seleccionado para estudo.
Uma maior divulgação sobre questões ambientais, sustentabilidade e de qualidade, assim como, uma maior acessibilidade do produto podem contribuir para o crescimento do mercado de cafés de origem biológica no Porto urbano.



Anexos


1. Tabelas de frequências, referentes ao gráficos

2. Layout do Inquérito




Bibliografia



Publicações:

Shaw, D., New Authenticity (p. 6-7), Textille View.

Shaw, D., The New Authentics, View point, N.º 15, April 2004.

Shaw, D., Plated Politics (p. 49-55), View Point, Nº 19,
O que escondem estas mãos, Proteste 272, Setembro 2006.

Fernandes, Ana, Agricultura Biológica, jornal “Público”, 19 Novembro 2006.

Seminário:

Future Concept Lab, Mentalidades e Consumo de Moda, Março de 2006.

Netgrafia:

Brasil, Planeta orgânico, DAROLT, Moacir Roberto, Engenheiro Agrónomo, Data de acesso: 10-11-06,
http://www.planetaorganico.com.br/cafespdar.htm
http://www.planetaorganico.com.br/cafespdar2.htm

Brasil, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, Ricci, M. Freire, Neves, M. Prata, Data de acesso: 10-11-06, Data de Publicação: Dez. 2004, http://www.cnpab.embrapa.br/publicacoes/sistemasdeproducao/cafe/certificacao.htm

Brasil, IBD - Certificação e Cidadania - Produtos Orgânicos e Biodinâmicos, Instituto Biodinâmico, Data de acesso: 10-11-06
http://www.ibd.com.br/artigos/agriculturaorganicabrasil.html

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Países Baixos, Revista Esporo, Editor: Centro Técnico de CooperaçãoAgrícola e Rural (CTA)Acordo de Cotonou ACP-EU, 10-11-06, nº59 Fev 2004.
http://spore.cta.int/spore109/esporo59.pdf

Portugal, Grupo Fonte Lusa, 10-11-06, 2002
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Brasil, Revista ”Agroecologia Hoje”, Sérgio Pedini, 10-11-06, Nº23
http://www.guiabioagri.com.br/index.php?option=com
content&task=view&id=231&Itemid=2
 
Portugal, Jornal “O Publico” - Café de Timor pode "morrer" a curto prazo, Luciano Alvarez,  10-11-06, 16/05/2002
http://dossiers.publico.pt/shownews.asp?id=143874&idCanal=666

Case Study Delta Cafés.