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	<title>Mário Antunes - Gestão de Marketing</title>
	<link>http://marioantunes.blogsome.com</link>
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	<pubDate>Tue, 13 Feb 2007 21:22:58 +0000</pubDate>
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		<title>Projecto de Investigação</title>
		<link>http://marioantunes.blogsome.com/2007/02/13/projecto-de-investigacao-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Feb 2007 21:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Inv. Metodos Pesquisa</category>
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		<description><![CDATA[<p>PROJECTO DE INVESTIGA&Ccedil;&Atilde;O    O MERCADO DO CAFÉ BIOLÓGICO NO PORTO URBANO:  CONHECIMENTO POR PARTE DO MERCADO E CONSUMO POTENCIAL      Turma Diurno A  Aleksandra Szlyk  Dolores Gouveia n.&ordm; 4080  Élio Fernandes n.&ordm; 3995  Jo&atilde;o Santos n.&ordm; 4019  Mário Antunes n.&ordm; 3966  [...]</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><div align="center">PROJECTO DE INVESTIGA&Ccedil;&Atilde;O<br />  <br /> <strong> O MERCADO DO CAFÉ BIOLÓGICO NO PORTO URBANO:<br />  CONHECIMENTO POR PARTE DO MERCADO E CONSUMO POTENCIAL</strong><br />  <br />  <br />  Turma Diurno A<br />  Aleksandra Szlyk<br />  Dolores Gouveia n.&ordm; 4080<br />  Élio Fernandes n.&ordm; 3995<br />  Jo&atilde;o Santos n.&ordm; 4019<br />  Mário Antunes n.&ordm; 3966<br />  Raquel Machado n&ordm; 4008<br />  Tomasz Jarzacheu<br />  <br />  <br />  <br />  Trabalho elaborado para a disciplina de Investiga&ccedil;&atilde;o e Métodos de Pesquisa leccionada pelo Dr. Jorge Remondes<br />  <br />  <br />  <br />  <br />  IPAM &ndash; JANEIRO 2007<br />  <br />  <br /><br />  <br /> <div align="justify">  Índice<br />   <br />   <br />   Introdu&ccedil;&atilde;o&nbsp;&nbsp; &nbsp;5<br />   1. Enquadramento Teórico&nbsp;&nbsp; &nbsp;6<br />   1.1 Raz&otilde;es do Estudo:&nbsp;&nbsp; &nbsp;7<br />   1.2. Objectivos do Estudo:&nbsp;&nbsp; &nbsp;11<br />   1.3. Metodologia:&nbsp;&nbsp; &nbsp;12<br />   1.4. Calendariza&ccedil;&atilde;o:&nbsp;&nbsp; &nbsp;13<br />   1.5. Resultados académicos esperados:&nbsp;&nbsp; &nbsp;13<br />   1.6. Resultados práticos esperados:&nbsp;&nbsp; &nbsp;13<br />   2. Recolha de Dados: Inquérito por questionário&nbsp;&nbsp; &nbsp;14<br />   2.1. Apresenta&ccedil;&atilde;o do Inquérito:&nbsp;&nbsp; &nbsp;15<br />   2.2. Analise de dados:&nbsp;&nbsp; &nbsp;21<br />   2.3. Cruzamento de informa&ccedil;&otilde;es:&nbsp;&nbsp; &nbsp;36<br />   Conclus&atilde;o&nbsp;&nbsp; &nbsp;43<br />   Anexos&nbsp;&nbsp; &nbsp;45<br />   Bibliografia&nbsp;&nbsp; &nbsp;56<br />  <br />   <br />   <br />   <br />   Índice de Gráficos<br />   <br />   <br />   Caracteriza&ccedil;&atilde;o da amostra<br />   Quadros<br />   <br />   <br />   Gráfico 1 &ndash; Quanto ao sexo&nbsp;&nbsp; &nbsp;16112<br />   Gráfico 2 &ndash; Idade dos inquiridos&nbsp;&nbsp; &nbsp;17<br />   Gráfico 3 &ndash; Habilita&ccedil;&otilde;es académicas dos entrevistados&nbsp;&nbsp; &nbsp;18<br />   Gráfico 4 &ndash; Situa&ccedil;&atilde;o profissional&nbsp;&nbsp; &nbsp;19<br />   Gráfico 5 &ndash; Actividade profissional&nbsp;&nbsp; &nbsp;20<br />   <br />   Analise de dados<br />   <br />   Gráfico 6 &ndash; É consumidor de café?&nbsp;&nbsp; &nbsp;21<br />   Gráfico 7- Já ouviu falar em produtos org&acirc;nicos?&nbsp;&nbsp; &nbsp;22<br />   Gráfico 8 &ndash; Tem conhecimento da exist&ecirc;ncia&nbsp; de café de origem bioógica?&nbsp;&nbsp; &nbsp;23<br />   Gráfico 9 &ndash; Conhecimento de espa&ccedil;os comerciais que vendem café biológico?&nbsp;&nbsp; &nbsp;24<br />   Gráfico 10 &ndash; Compra café biológico para uso doméstico?&nbsp;&nbsp; &nbsp;25<br />   Gráfico 11 &ndash; Qual o tipo de moagem?&nbsp;&nbsp; &nbsp;26<br />   Gráfico 12 &ndash; Em que local?&nbsp;&nbsp; &nbsp;27<br />   Gráfico 13 &ndash; Com que frequ&ecirc;ncia compra?&nbsp;&nbsp; &nbsp;28<br />   Gráfico 14 &ndash; Tem prefer&ecirc;ncia por alguma marca?&nbsp;&nbsp; &nbsp;29<br />   Gráfico 15 &ndash; Qual o motivo da compra de café biológico?&nbsp;&nbsp; &nbsp;30<br />   Gráfico 16 &ndash; Porque n&atilde;o compra café biológico?&nbsp;&nbsp; &nbsp;31<br />   Gráfico 17 &ndash; Como se identifica quanto &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o?&nbsp;&nbsp; &nbsp;32<br />   Gráfico 18 &ndash; Costuma viajar em férias?&nbsp;&nbsp; &nbsp;33<br />   Gráfico 19 &ndash; Destino de férias: Portugal?&nbsp;&nbsp; &nbsp;34<br />   Gráfico 20 &ndash; Destino de férias: Europa?&nbsp;&nbsp; &nbsp;34<br />   Gráfico 21 &ndash; Destino de férias: Ásia?&nbsp;&nbsp; &nbsp;34<br />   Gráfico 22 &ndash; Destino de férias: África?&nbsp;&nbsp; &nbsp;34<br />   Gráfico 23 &ndash; Destino de férias: América do Norte?&nbsp;&nbsp; &nbsp;35<br />   Gráfico 24 &ndash; Destino de férias: América do Sul?&nbsp;&nbsp; &nbsp;35<br />   Gráfico 25 &ndash; Destino de férias: Oce&acirc;nia?&nbsp;&nbsp; &nbsp;35<br />   <br />   <br />   Índice de Figuras<br />   <br />   Índice de Tabelas<br />   <br />   Cruzamento de informa&ccedil;&otilde;es<br />   <br />   <br />   Tabela 1 &ndash; Idade vs Conhecimento de produtos biológicos&nbsp;&nbsp; &nbsp;36<br />   Tabela 2 &ndash; Sexo vs Compra de café biológico&nbsp;&nbsp; &nbsp;37<br />   Tabela 3 &ndash; Conhecimento da exist&ecirc;ncia de café biológico vs Consumo de café&nbsp;&nbsp; &nbsp;38<br />   Tabela 4 &ndash; Alimenta&ccedil;&atilde;o vs Compra de café biológico&nbsp;&nbsp; &nbsp;39<br />   Tabela 5 &ndash; Destino de férias: Portugal vs Compra de café biológico&nbsp;&nbsp; &nbsp;40<br />   Tabela 6 &ndash; Destino de férias: Europa vs Compra de café biológico&nbsp;&nbsp; &nbsp;40<br />   Tabela 7 &ndash; Destino de férias: Ásia vs Compra de café biológico&nbsp;&nbsp; &nbsp;41<br />   Tabela 8 &ndash; Destino de férias: África vs Compra de café biológico&nbsp;&nbsp; &nbsp;41<br />   Tabela 9 &ndash; Destino de férias: América do Norte vs Compra de café biológico&nbsp;&nbsp; &nbsp;42<br />   Tabela 10 &ndash; Destino de férias: América do Sul vs Compra de café biológico&nbsp;&nbsp; &nbsp;42<br />   <br />   <br />   <br />   <br />   <br />   Índice de Anexos<br />   - Tabelas (SPSS) de origem dos gráficos<br />   - Matriz principal do inquérito utilizado<br /> </div>   <br />  <br />  <br />  <br /> <strong> Introdu&ccedil;&atilde;o:</strong><br /> </div> <p align="justify"> <br /> Este Projecto de Investiga&ccedil;&atilde;o tem como objectivo avaliar qual o conhecimento, comportamento e motiva&ccedil;&otilde;es relativamente ao café de origem biológica em indivíduos entre os 18 e 64 anos, no Porto Urbano.<br /> A técnica de investiga&ccedil;&atilde;o utilizada para a recolha de informa&ccedil;&atilde;o quantitativa, primária, foi a de inquérito por questionário, administrado indirectamente (face a face).<br /> O tratamento dos dados quantitativos teve como suporte o Software SPSS.<br /> O relatório que se apresenta integra: enquadramento teórico do estudo, defini&ccedil;&atilde;o da metodologia de suporte, calendariza&ccedil;&atilde;o das tarefas e objectivos esperados (Parte I); apresenta&ccedil;&atilde;o específica do questionário, apresenta&ccedil;&atilde;o dos dados, analise dos resultados e conclus&otilde;es (Parte II).<br /> <br /> <br /> <br /></p> <div align="center"><strong> Parte 1<br /> <br />  Enquadramento<br />  Teórico</strong> <br /> </div> <p align="justify"> <br /> <br /> 1. Enquadramento Teórico<br /> <br /> <br /> Raz&otilde;es do Estudo<br /> 1.1 Raz&otilde;es do Estudo:<br /> <br /> Tend&ecirc;ncias de Consumo e Estilos de Vida:<br /> <br /> A alimenta&ccedil;&atilde;o é a nova paix&atilde;o global!<br /> <br /> Actualmente, debatem-se quest&otilde;es como proximidade, sustentabilidade, origem ética, comércio justo e solidariedade para com os agricultores&hellip;<br /> <br /> De facto, na Europa Ocidental e nos E.U.A observa-se uma atitude de maior consci&ecirc;ncia e preocupa&ccedil;&atilde;o, por parte de determinados segmentos de consumidores, com estas quest&otilde;es, bem como, com a saúde.<br /> <br /> Uma sondagem levada a cabo pelo &ldquo;Future Laboratory&rdquo;, diz que 33,2% dos consumidores se consideram &ldquo; Consumidores Conscientes&rdquo; e que fazem as suas op&ccedil;&otilde;es de compra com base ética.<br /> <br /> &nbsp;&ldquo;Archetipal Consumption&rdquo; é a designa&ccedil;&atilde;o de uma das Tend&ecirc;ncias referidas pelo &ldquo;Future Concept Lab&rdquo; e que sinteticamente, no que respeita &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o, traduz a import&acirc;ncia que o consumidor confere &agrave; informa&ccedil;&atilde;o sobre a origem dos produtos (Autenticidade), bem como, &agrave; sua qualidade (Premium) e excel&ecirc;ncia.<br /> Este tipo de atitude tem express&atilde;o no emergir de novos comportamentos de consumo, nomeadamente, o grupo de consumidores designados por Novos Aut&ecirc;nticos e cujo ideal é exactamente a autenticidade, para com eles próprios e seus princípios, para com os outros e consequentemente no acto de consumo. S&atilde;o consumidores conscientes que valorizam a import&acirc;ncia cultural da alimenta&ccedil;&atilde;o na nossa vida. Para eles o luxo n&atilde;o consiste em comprar uma pe&ccedil;a de vestuário &ldquo;Prada&rdquo; mas em consumir produtos biológicos&hellip; O estilo de vida e hábitos de consumo deste segmento potencia a tend&ecirc;ncia para a evolu&ccedil;&atilde;o positiva do mercado de produtos biológicos, incluindo o café. <br /> <br /> <br /> Mercado de Produtos Biológicos e Mercado de Café Org&acirc;nico:<br /> <br /> A agricultura org&acirc;nica ganha cada vez mais espa&ccedil;o na economia mundial. O segmento de produtos org&acirc;nicos tem crescido cerca de 20% ao ano, tanto em países desenvolvidos como em desenvolvimento (UNCTAD, 2003) e é o segmento que mais cresce dentro do sector de alimenta&ccedil;&atilde;o. O mercado mundial de produtos org&acirc;nicos subiu de US$ 10 bilh&otilde;es em 1997 para US$ 23-25 bilh&otilde;es em 2003 (Yussefi e Willer, 2003), devendo alcan&ccedil;ar US$ 29-31 bilh&otilde;es em 2005 (considerando apenas 16 países da Uni&atilde;o Europeia, América do Norte e Jap&atilde;o). <br /> O mercado de produtos org&acirc;nicos no Brasil foi estimado pelo BNDES, em 2002, na faixa de US$ 220 milh&otilde;es a US$ 300 milh&otilde;es (Ormond et al 2002). Nova compila&ccedil;&atilde;o de dados feita pelos mesmos autores em 2003, já elevava essa estimativa para a faixa de US$ 700 milh&otilde;es a US$ 1 bilh&atilde;o, considerando tanto o mercado interno como a exporta&ccedil;&atilde;o de produtos org&acirc;nicos. <br /> Os cafés sustentáveis &ndash; comércio justo, biológico &ndash; representam, segundo a &ldquo;Oikos&rdquo;, apenas 2% do mercado global, mas tendem a crescer fruto desta maior responsabilidade social dos consumidores nos mercados ocidentais, estimando-se que em 2004 se situassem 55% a 65% acima dos valores em de 1999.<br /> O mercado internacional de café org&acirc;nico é dominado pelo México que comercializa mais de 30 mil toneladas ao ano e é o maior produtor, com uma área estimada em 70.838 ha (10,4% de toda a área cultivada com café naquele país) (Yussefi &amp; Willer, 2002; Lernoud &amp; Piovano, 2004). Peru (onde 30% da produ&ccedil;&atilde;o de café é org&acirc;nica), Bolívia, Col&ocirc;mbia, Nicarágua, Guatemala e Costa Rica s&atilde;o também importantes produtores de café. <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> A Alemanha é o país que mais consome café biológico. <br /> Será a Alemanha ou a Holanda? N&atilde;o existe refer&ecirc;ncia &agrave; Alemanha no texto seguinte<br /> <br /> O consumo na Holanda tem também uma express&atilde;o considerável, sendo que existem cadeias de franchising especialistas na venda de café e chá org&acirc;nicos &ndash; &ldquo;Symon Lévelt BV&rdquo;.<br /> <br /> Muitos supermercados na Europa e E.U.A. t&ecirc;m sec&ccedil;&otilde;es de comida étnica/aut&ecirc;ntica, onde se incluem produtos de origem biológica &ndash; &ldquo;Sainsbury&rdquo;, por exemplo.<br /> <br /> As vendas de produtos org&acirc;nicos em Inglaterra, por exemplo, tem crescido em libras 2.3 m, por semana e o mercado dos mesmos estima-se num valor de 1.213bn (também em libras). A marca &ldquo;100% Fairtrade Café Direct&rdquo; é a sexta maior em Inglaterra.<br /> A &ldquo;Nestlé&rdquo;, por exemplo, tem como oferta a linha &ldquo;Nescafé Partner&acute;s Blend&rdquo;.<br /> Em Portugal, os produtos org&acirc;nicos s&atilde;o vistos como &ldquo; uma coisa de neo -hippies, vegetarianos, macrobióticos ou elites&rdquo;. No País este produto é vendido, fundamentalmente, em lojas de comércio justo, supermercados de produtos biológicos (&ldquo;Celeiro&rdquo;) e algum retalho com oferta de produtos macrobióticos e vegetarianos.<br /> De acordo com um estudo sobre Economia e Meio Ambiente da Faculdade de Economia do Porto &ndash; &ldquo; A Agricultura Biológica na regi&atilde;o do Porto&rdquo; &ndash; do ano lectivo de 2001/ 2002, apesar do crescimento da comercializa&ccedil;&atilde;o deste tipo de produtos (cerca de 20% ao ano) e da altera&ccedil;&atilde;o no perfil de consumidores (conferem maior import&acirc;ncia &agrave; qualidade) é notória a necessidade de desenvolvimento de estruturas de comercializa&ccedil;&atilde;o, sendo difícil a coloca&ccedil;&atilde;o destes produtos nas grandes superfícies o que facilitaria o acesso ao público em geral. Uma outra quest&atilde;o que dificulta o acesso é o pre&ccedil;o, sendo que estes produtos s&atilde;o vistos como de luxo.<br /> <br /> <br /> <br /> O café org&acirc;nico na maioria das vezes é 35% mais caro.<br /> <br /> Por outro lado, a maioria das marcas de café presentes, em Portugal, na grande distribui&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o demonstra preocupa&ccedil;&atilde;o com o desenvolvimento sustentável, em passar informa&ccedil;&atilde;o fiável e que apele ao consumo de produtos, por um lado aut&ecirc;nticos, por outro éticos. Excep&ccedil;&atilde;o para a &ldquo;Delta&rdquo; com o &ldquo;Projecto Sustentabilidade nas Origens&rdquo; e com os cafés de &ldquo;Origens Seleccionadas &ndash; Delta Manaus, Mussulo e Delta Timor&rdquo;. <br /> <br /> Face a actualidade do tema, tend&ecirc;ncias internacionais de consumo e estilos de vida, bem como evolu&ccedil;&atilde;o do mercado global de produtos biológicos e especificamente de café org&acirc;nico, considerámos pertinente, avaliar o conhecimento, atitudes e comportamentos de indivíduos entre 18 e 64 anos, em rela&ccedil;&atilde;o ao Café Biológico, no Porto Urbano, <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> 1.2. Objectivos do Estudo::<br /> <br /> Objectivos Gerais:<br /> <br /> Avaliar o conhecimento que os consumidores da cidade do Porto, entre os 18 e 64 anos t&ecirc;m sobre o Café Biológico, bem como, atitude e comportamento face ao mesmo.<br /> <br /> Objectivos Específicos:<br /> <br /> 1.Avaliar conhecimento sobre conhecimento de Café Org&acirc;nico, no universo e espa&ccedil;o geográfico pré -definidos; &nbsp;<br /> 2.&nbsp;Determinar conhecimento do público em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; oferta do Produto na cidade do Porto; Identificar onde comprar;<br /> 3.&nbsp;Identificar quem compra (idade; sexo; profiss&atilde;o; cruzamento com informa&ccedil;&atilde;o sobre hábitos alimentares e destinos de viagem em férias);<br /> 4. Determinar motiva&ccedil;&otilde;es para comprar; raz&otilde;es para n&atilde;o comprar;<br /> 5. Avaliar a atitude face ao produto;<br /> 6.Analisar mercado actual versuss mercado potencial.;<br /> <br /> <br /> <br /> 1.3. Metodologia:<br /> <br /> Metodologia:<br /> <br /> O inquérito constitui o instrumento central de recolha de informa&ccedil;&atilde;o quantitativa para o estudo. O mesmo integra perguntas de filtro, perguntas fechadas e semi - fechadas, sobre variáveis demográficas, comportamentos e motiva&ccedil;&otilde;es. O inquérito de rua será realizado preferencialmente junto de espa&ccedil;os comercias com características diversas: lojas de comércio justo; lojas de produtos biológicos; espa&ccedil;os que vendem produtos macrobióticos e vegetarianos; lojas Gourmet; superfícies para o público em geral - média e grande dimens&atilde;o.<br /> 1.Análise de estudos académicos, casos, informa&ccedil;&atilde;o generalista;<br /> 2.Elabora&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o de inquérito;<br /> 3.Análise e tratamento de dados empíricos relativos ao inquérito;<br /> 4.Elabora&ccedil;&atilde;o de relatório final com as conclus&otilde;es quantitativas.<br /> 5.Outros recursos: Internet; Bibliografia e Artigos de fontes diversas; SPSS. <br /> <br /> <br /> 1.4. Calendariza&ccedil;&atilde;o:<br /> <br /> Semanas<br /> Tarefas<br /> Semana 3 e 4 de Novembro<br /> Revis&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o<br /> Semana 1 de Dezembro<br /> Elabora&ccedil;&atilde;o do questionário<br /> Semana 2 e 3 de Dezembro<br /> Implementa&ccedil;&atilde;o do questionário<br /> Semana 2 e 3 de Janeiro/07<br /> Análise e tratamento de dados<br /> Semana 4 e 5 de Janeiro/07<br /> Conclus&otilde;es e Redac&ccedil;&atilde;o do relatório<br /> <br /> <br /> 1.5. Resultados académicos esperados:<br /> <br /> É importante referir o deficit de estudos sobre este assunto em Portugal. Assim, este projecto poderá contribuir para um maior conhecimento do mercado actual de café org&acirc;nico na cidade do Porto, bem como, indirectamente para um maior conhecimento sobre este tema, no País.<br /> <br /> <br /> <br /> Em termos individuais, adquirir algumas compet&ecirc;ncias ao nível da investiga&ccedil;&atilde;o e pesquisa de marketing, especificamente, no &acirc;mbito da cria&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o de questionários, análise e tratamento de dados quantitativos, bem como, da elabora&ccedil;&atilde;o de relatório conclusivo.<br /> <br /> 1.6. Resultados práticos esperados:<br /> <br /> Decorrendo das conclus&otilde;es do projecto de investiga&ccedil;&atilde;o, poderá este estudo sensibilizar as empresas para uma tend&ecirc;ncia de consumo emergente, para um nicho de mercado que pode ser interessante explorar, e por consequ&ecirc;ncia, para uma nova oportunidade de negócio.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /></p> <div align="center"><strong> Parte 2<br /> <br />  Recolha de Dados<br /> </strong> </div> <p align="justify"> <br /></p> <p align="justify">&nbsp;</p><p align="justify"> 2. Recolha de Dados: Inquérito por questionário<br /> <br /> Dividido em 2 capitulos<br /> 1 - Apresenta&ccedil;&atilde;o do inquérito<br /> (objectivos, estrutura, tipo de perguntas, metodologia de aplica&ccedil;&atilde;o, amostra (caracteriza&ccedil;&atilde;o dos entrevistados &ndash; pode ser com gráficos)<br /> <br /> 2 &ndash; Analise do dados<br /> (outputs, gráficos ou tabelas, dois tipos de tabelas frequ&ecirc;ncias e cruzamentos, dois tipos de gráficos (barra e queijo), leitura e resultados)<br /> <br /> Capitulo 1<br /> 1 - Apresenta&ccedil;&atilde;o do inquérito<br /> (objectivos, estrutura, tipo de perguntas, metodologia de aplica&ccedil;&atilde;o, amostra (caracteriza&ccedil;&atilde;o dos entrevistados &ndash; pode ser com gráficos)<br /> <br /> <br /> 2.1-. Apresenta&ccedil;&atilde;o do Inquérito:<br /> <br /> Objectivos:<br /> Objectivos Gerais:<br /> Avaliar o conhecimento que os consumidores da cidade do Porto, entre os 18 e 64 anos t&ecirc;m sobre o Café Biológico, bem como, atitude e comportamento face ao mesmo.<br /> Objectivos Específicos:<br /> 1.Avaliar conhecimento sobre conhecimento de Café Org&acirc;nico, no universo e espa&ccedil;o geográfico pré -definidos; &nbsp;<br /> 2.&nbsp;Determinar conhecimento do público em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; oferta do Produto na cidade do Porto; Identificar onde comprar;<br /> 3.&nbsp;Identificar quem compra (idade; sexo; profiss&atilde;o; cruzamento com informa&ccedil;&atilde;o sobre hábitos alimentares e destinos de viagem em férias);<br /> 4. Determinar motiva&ccedil;&otilde;es para comprar; raz&otilde;es para n&atilde;o comprar;<br /> 5. Avaliar a atitude face ao produto;<br /> <br /> 6.Analisar mercado actual vs mercado potencial;Este inquérito, de natureza anónima, foi administrado de forma indirecta por recolha face a face.<br /> <br /> A sua estrutura, teve em conta a recolha de informa&ccedil;&atilde;o quantitativa sobre o tema em análise. O inquérito apresenta-se estruturado em 3 partes: É composta por uma introdu&ccedil;&atilde;o, onde se explica ao entrevistado, de forma sucinta, os objectivos do inquérito de investiga&ccedil;&atilde;o;. Após a qual, se introduzem quest&otilde;es de ordem sócio-demográfica, caracterizadores dos indivíduos entrevistados - quest&otilde;es de ordem sócio &ndash; demográfica;. Na segunda partecorpo do inquérito que integra&nbsp; do questionário, introduzem-se as quest&otilde;es sobre o tema do café biológico..<br /> <br /> <br /> Como referido em cima, as perguntas do questionário s&atilde;o quest&otilde;es fechadas e semi-fechadas, de forma a ser possível a sua análise estatística, por via informática. A ordem das quest&otilde;es teve em aten&ccedil;&atilde;o, foi escolhida tendo por objectivo uma boa aceita&ccedil;&atilde;o do questionário por parte do entrevistado. As perguntas&nbsp; quest&otilde;es iniciais s&atilde;o generalistas, de fácil interpreta&ccedil;&atilde;o e resposta. Só depois destas, foram colocadas as quest&otilde;es que consideramos mais específicas e complexas..<br /> <br /> As quest&otilde;es numeradas do ponto 1 ao 4, s&atilde;o quest&otilde;es de natureza sócio-demográfica. As quest&otilde;es 5&nbsp; e 6, fazem uma introdu&ccedil;&atilde;o ao tema do trabalho. A pergunta seguinte (7), é a primeira pergunta de filtro e que aborda o conhecimento do inquirido perante o assunto. A pergunta 9, é a outra pergunta filtro do questionário, sendo que as perguntas que se seguem (9.1, 9.2, 9.2.1, 9.3 e 9.4), s&atilde;o directamente relacionadas com o consumo do café biológico. No último grupo de quest&otilde;es (11 &agrave; 13), faz-se refer&ecirc;ncia aos hábitos alimentares e de férias dos inquiridos de forma a efectuar um cruzamento de dados entre estes.<br /> <br /> <br /> Caracteriza&ccedil;&atilde;o da amostra<br /> <br /> <br /> Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; amostra deste estudo, foram realizadas 100 entrevistas, distribuídas por algumas zonas geográficas da cidade do Porto.<br /> <br /> Em baixo, podemos ver a sua caracteriza&ccedil;&atilde;o do ponto de vista sócio-demográfico.<br /> <br /> <br /> <br /> Metodologia</p><p align="justify"><br /> O inquérito constitui o instrumento central de recolha de informa&ccedil;&atilde;o quantitativa para o estudo. O mesmo integra perguntas de filtro, perguntas fechadas e semi - fechadas, sobre variáveis demográficas, comportamentos e motiva&ccedil;&otilde;es. O inquérito de rua será realizado preferencialmente junto de espa&ccedil;os comercias com características diversas: lojas de comércio justo; lojas de produtos biológicos; espa&ccedil;os que vendem produtos macrobióticos e vegetarianos; lojas Gourmet; superfícies para o público em geral - média e grande dimens&atilde;o.</p><p align="justify"><br /> 1.Análise de estudos académicos, casos, informa&ccedil;&atilde;o generalista;<br /> 2.Elabora&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o de inquérito;<br /> 3.Análise e tratamento de dados empíricos relativos ao inquérito;<br /> 4.Elabora&ccedil;&atilde;o de relatório final com as conclus&otilde;es quantitativas.<br /> 5.Outros recursos: Internet; Bibliografia e Artigos de fontes diversas; SPSS. <br /></p><p align="justify">&nbsp;</p><p align="justify"> Calendariza&ccedil;&atilde;o<br /> Semanas<br /> Tarefas<br /> Semana 3 e 4 de Novembro<br /> Revis&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o<br /> Semana 1 de Dezembro<br /> Elabora&ccedil;&atilde;o do questionário<br /> Semana 2 e 3 de Dezembro<br /> Implementa&ccedil;&atilde;o do questionário<br /> Semana 2 e 3 de Janeiro/07<br /> Análise e tratamento de dados<br /> Semana 4 e 5 de Janeiro/07<br /> Conclus&otilde;es e Redac&ccedil;&atilde;o do relatório<br /> <br /></p><p align="justify"> Resultados académicos esperados<br /> É importante referir o deficit de estudos sobre este assunto em Portugal. Assim, este projecto poderá contribuir para um maior conhecimento do mercado actual de café org&acirc;nico na cidade do Porto, bem como, indirectamente para um maior conhecimento sobre este tema, no País.<br /> <br /> <br /> <br /> Em termos individuais, adquirir algumas compet&ecirc;ncias ao nível da investiga&ccedil;&atilde;o e pesquisa de marketing, especificamente, no &acirc;mbito da cria&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o de questionários, análise e tratamento de dados quantitativos, bem como, da elabora&ccedil;&atilde;o de relatório conclusivo.<br /> Resultados práticos esperados<br /> Decorrendo das conclus&otilde;es do projecto de investiga&ccedil;&atilde;o, poderá este estudo sensibilizar as empresas para uma tend&ecirc;ncia de consumo emergente, para um nicho de mercado que pode ser interessante explorar, e por consequ&ecirc;ncia, para uma nova oportunidade de negócio.<br /> Estrutura do Inqu<br /> <br /> Apresenta&ccedil;&atilde;o do Inquérito<br /> <br /> <br /> Objectivos<br /> Estrutura<br /> Tipos de Perguntas do inquerito<br /> <br /> Metodologia de Aplica&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> Caracteriza&ccedil;&atilde;o da Amostra<br /> Foram realizados 100 inquéritos, distribuídos por várias zonas geográficas do distrito do Porto.<br /> <br /> <br /> Como podemos verificar no gráfico, dos 100 inquiridos, 43 eram do sexo masculino e 57 do sexo feminino.<br /> <br /> <br /> Gráfico 1<br /> <br /> &nbsp;<br /> <br /> <br /> Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; perguntaquest&atilde;o &ldquo; sobre a sua idade&rdquo;, tivemos uma predomin&acirc;ncia de inquiridos que se situam entre os 25 e os 34 anos, com 31 indivíiduos; . 23 23 indivíiduos t&ecirc;m entre 35 e 44 anos;, distribuindo-se os restantes entrevistados distribuem-se pelas outras faixas etárias.<br /> <br /> Gráfico 2<br /> <br /> <br />&nbsp; <br /> <br /> Na pergunta seguinte, sobre a Habilita&ccedil;&otilde;es qualifica&ccedil;&atilde;o académicas:, é de salientar que 44 dos entrevistados, finalizaram o ensino superior.<br /> <br /> <br /> Gráfico 3<br /> <br /> <br /> <br /> Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua situa&ccedil;&atilde;o profissional e, como se observa como podemos ver no gráfico seguinte:, a&nbsp; maioria dos inquéritos foram feitos a indivíduos s&atilde;o que se encontram no activos - 77%. Os restantes, s&atilde;o estudantes e desempregados.<br /> <br /> <br /> <br /> Gráfico 4<br /> <br /> <br /> <br /> Por fim, no que diz respeito &agrave; quest&atilde;o sobre a sua Aactividade profissional:, 60% dos inquiridos, s&atilde;o trabalhadores por conta de outrem, 15 e 9% s&atilde;o trabalhadores em nome individual e empresários, , respectivamente;. Houveram ainda 16 indivíduos que responderam &ldquo;outra&rdquo;. Em rela&ccedil;&atilde;o a esta op&ccedil;&atilde;o, de notar que engloba os indivíduos a estudar e que n&atilde;o exercem ainda qualquer actividade profissional e as pessoas que os que se encontram desempregadoas.<br /> <br /> Gráfico 5<br /> <br /> <br /> <br /> 2.2. Analise de dadosCapitulo 2:<br /> <br /> EAssim, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quest&atilde;o &ldquo;ÉÉ consumidor de café?&rdquo;, 79% dos entrevistados, respondeu que sim. Os restantes 211, respondemram que n&atilde;o consomem café.<br /> <br /> Gráfico 6<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> No que diz respeito &agrave; primeira das quest&otilde;es, onde se aborda o tema de genericamente os produtos org&acirc;nicos, 75 dos inquiridos, afirmaou já ter ouvido falar de produtos org&acirc;nicos, enquanto que os restantes 25, afirmaram que nunca ouviram falar. <br /> <br /> Gráfico 7<br /> do assunto.<br /> <br /> <br /> A quest&atilde;opergunta&nbsp; 7 do questionário, era uma quest&atilde;o de filtro, e dava início iniciava a&agrave;s quest&otilde;es sobre o tema do nosso trabalho sobre o café org&acirc;nico. Verifica-se Em rela&ccedil;&atilde;o a esta quest&atilde;o, verificou-se uma altera&ccedil;&atilde;o radical, no conhecimento por parte dos inquiridos, quando comparando com a anterior quest&atilde;o. Assim, verificou-se queA a maioria dos inquiridos n&atilde;o tem conhecimento da exist&ecirc;ncia de cafés de origem org&acirc;nica.<br /> <br /> Gráfico 8<br /> <br /> <br /> <br /> Na quest&atilde;o seguinte inquiria-se as pessoas sobre se tinham conhecimento de espa&ccedil;os comerciais, na cidade do Porto, que vendessem café org&acirc;nico. Como poderemos ver, demonstra ono gráfico seguinte, apenas 13 pessoas respondemram que tinham ter conhecimento desses espa&ccedil;os. Houveram 14 pessoas, que embora tenham conhecimento da exist&ecirc;ncia de café org&acirc;nico, n&atilde;o conhecem no entanto, nenhum espa&ccedil;o. Ainda em rela&ccedil;&atilde;o a este gráfico, de referir que a categoria &ldquo;missing&rdquo;, se refere a todos os questionários entrevistados que ao responderem &ldquo;n&atilde;o&rdquo; na pergunta anterior, passamvam directamente para a quest&atilde;o sobre a alimenta&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Gráfico 9 <br /> <br /> <br /> <br /> Relativamente &agrave; quest&atilde;o número 9, apenas 7 pessoas afirmamram comprar café biológico. Por outro lado, 19 das pessoas, que t&ecirc;m conhecimento da exist&ecirc;ncia de café biológico, dizem afirmaram n&atilde;o comprar. Os restantes 74 inquiridoséritos, ficaram n&atilde;o respondem a esta quest&atilde;o.em branco no que diz respeito a esta pergunta.<br /> <br /> <br /> <br /> Gráfico 10<br /> <br /> <br /> <br /> Texto<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quest&atilde;o seguinte, representada no gráfico abaixo, é visível que a grande maioria dos inquiridos n&atilde;o respondeu, uma vez que n&atilde;o t&ecirc;m conhecimento de café biológico ou n&atilde;o o compram.<br /> <br /> Das restantes, de notar que a moagem filtro, é o tipo de moagem mais utilizado.consumida.<br /> <br /> <br /> Gráfico 11<br /> <br /> <br /> <br /> Relativamente ao local onde os 7 dos inquiridos afirmam comprar café biológico:, este está disperso, de forma pouco representativadiversidade de respostas, sendo que , pelos hipermercados, supermercados e lojas de comércio justo t&ecirc;m import&acirc;ncia id&ecirc;ntica..<br /> <br /> <br /> <br /> Gráfico 12<br /> <br /> <br /> Relativamente &agrave; frequ&ecirc;ncia de compra do produto em anáalise, a maioria das pessoas consumidoras, afirmaou comprar &agrave;s vezes café biológico. <br /> <br /> <br /> <br /> Gráfico 13<br /> <br /> <br /> Quanto &agrave; prefer&ecirc;ncia por uma marca, 6 dos inquiridos dizafirmou n&atilde;o ter prefer&ecirc;ncia alguma. Dois2 afirmamram ter prefer&ecirc;ncia e os restantes 92 n&atilde;o respondemram a esta pergunta.<br /> <br /> <br /> <br /> Gráfico 14<br /> <br /> <br /> Relativamente &agrave; quest&atilde;o sobre o motivo que leva os consumidores de café biológico a optarem por comprar, de notar que a maioria (5) afirma que é por quests&otilde;es de saúde. Os restantes, dividem-se entre preocupa&ccedil;&otilde;es ambientais e pela qualidade. Neste caso, houveram 93 inquéritos sem resposta.<br /> <br /> <br /> Gráfico 15<br /> <br /> <br /> No que diz respeito ao motivo que leva as pessoas a n&atilde;o comprar café biológico, das respostas obtidas, 10 dos inquiridos afirmaou ser por dificuldade de acesso ao produto. Seis dos entrevistados,6 por outros motivos que n&atilde;o os especificados e os restantes pelo pre&ccedil;o e qualidade do produto, respectivamente. O número de questionários n&atilde;o respondidos baixaou, relativamente &agrave;s quest&otilde;es anteriores para 79 inquéritos.<br /> <br /> <br /> Gráfico 16<br /> <br /> <br /> Alimenta&ccedil;&atilde;o: Em rela&ccedil;&atilde;o a esta quest&atilde;o, todos os inquéritos foram respondidos. 77% das pessoas afirmamram ser adeptos da cozinha tradicional portuguesa. Os restantes dividem-se deividiram-se de forma equilibrada pelas restantes categorias.<br /> <br /> <br /> Gráfico 17<br /> <br /> <br /> Férias: A esta quest&atilde;o, das 100 respostas obtidas, 74 afirmaram que costumam viajar em férias. Os restantes 26, n&atilde;o costumam viajar em férias.<br /> <br /> <br /> Gráfico 18<br /> <br /> <br /> Relativamente aos destinos de férias, podemos ver, analisando os gráficos seguintes, que: 92 pessoasindivíduos afirmaram já ter viajado paraem&nbsp; Portugal;. 56 pessoas, já viajaram para a Europa;. aApenas 6 viajaram para a Ásia;, enquanto que para A&Agrave;frica, 17 dos inquiridos afirma já ter viajado.<br /> <br /> Gráfico 19<br /> Gráfico 20<br /> Gráfico 21<br /> Gráfico 22<br /> Ainda quanto a destinos de férias: 14 dos inquiridos, respondeeu já ter viajado para a América do Norte, e 22 das pessoas entrevistadas afirmaram já ter escolhido a América do Sul como destino de férias. Por fim, apenas 4 dos entrevistados, revelaou já ter viajado para a Oce&acirc;nia em férias.<br /> <br /> Gráfico 23<br /> Gráfico 24<br /> Gráfico 25<br /> <br /> <br /> <br /> 2.3. Cruzamento de informa&ccedil;&otilde;es:<br /> <br /> Na tabela abaixo indicada, cruzamos : cruzamento da idade dos inquiridos com o seu conhecimentos sobre a exist&ecirc;ncia de produtos org&acirc;nicos.<br /> <br /> Tabela 1<br /> <br /> <br /> <br /> Pela análise, podemos verificar, regista-se que dos indivíduos que afirmaram conhecer café biológico, 66,6 % t&ecirc;m entre os 35 e os 54 anos.<br /> <br /> <br /> Tabela 2<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Em rela&ccedil;&atilde;o, ao cruzamento do sexo dos inquiridos com os indivíduos que afirmaramm comprar café biológico, conclui-se que dos que afirmaramrespondem&nbsp; comprar café biológico, a maioria dos indivíduos s&atilde;o do sexo feminino (5), contra (2) masculinos.<br /> <br /> Esta conclus&atilde;o, poderá revelar uma maior abertura dos indivíduos do sexo feminino, &agrave;s quest&otilde;es relacionadas com alimenta&ccedil;&atilde;o / café org&acirc;nico.<br /> <br /> <br /> Cruzamento dos indivíduos que s&atilde;o consumidores de café, com o seu conhecimento sobre a exist&ecirc;ncia de cafés org&acirc;nicos.<br /> <br /> Tabela 3<br /> <br /> <br /> <br /> Podemos Cconclui-se pela análiser do quadro, que os consumidores de café t&ecirc;m um maior conhecimento sobre o tema. Dos indivíduos que consomem café, 31,6%, afirmouresponde&nbsp; ter conhecimento sobre a exist&ecirc;ncia de cafés org&acirc;nicos, enquanto que dos indivíduos que n&atilde;o consomem café, apenas 9,5% afirmaou conhecer cafés org&acirc;nicos.<br /> <br /> Cruzamento dos indivíduos que compram café biológico e a sua alimenta&ccedil;&atilde;o:<br /> <br /> Tabela 4<br /> <br /> <br /> <br /> Como se pode analisar, dos indivíduos que compram café biológico, est&atilde;o bastante dispersos pelas quatro categorias.<br /> <br /> Por outro lado, dos 19 indivíduos que afirmamram n&atilde;o comprar café biológico, 73,7%, s&atilde;o adeptos da comida tradicional portuguesa.<br /> <br /> Será assim, interessante cruzar os dados de cada tipo de comida e o consumo de café biológico.<br /> <br /> Em baixo, cruzamou-se os consumidores de café biológico, com os destinos de férias para onde já viajaram os inquiridos::<br /> <br /> Tabela 5<br /> <br /> Tabela 6 <br /> <br /> Tabela 7<br /> <br /> Tabela 8<br /> <br /> Tabela 9<br /> <br /> Tabela 10<br /> <br /> <br /> Após Da anáalise dfeita aos quadros referentes aos destinos de férias, resulta podemos analisar que dos indivíduos que compram café biológico, 71,4% já viajou para a Europa, . sSendo que 42,9% já viajou para África.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /></p> <div align="center"><strong> Conclus&atilde;o</strong><br /> </div> <p align="justify"> <br /> Abordagem sintética aos resultados:<br /> No universo dos 100 indivíduos que respondem ao inquérito 79% consome café, no entanto, somente 27% afirma ter conhecimento da exist&ecirc;ncia de café biológico e 13% conhece espa&ccedil;os que vendem café biológico no Porto urbano, exclusivamente, 7% compra café de origem org&acirc;nica.<br /> <br /> Dos indivíduos que t&ecirc;m conhecimento da exist&ecirc;ncia de café de origem org&acirc;nica 66% tem entre 35 e 54 anos.<br /> Dos indivíduos que compram café biológico para uso doméstico 71% s&atilde;o do sexo feminino.<br /> Os consumidores de café org&acirc;nico n&atilde;o o compram sistematicamente, uma vez que a grande maioria, 87% (6 em 7 indivíduos), responde comprar &ldquo;&agrave;s vezes&rdquo;.<br /> Os consumidores de café org&acirc;nico para uso doméstico, fazem a sua aquisi&ccedil;&atilde;o em hipermercados, supermercados ou lojas de comércio justo, sendo que os diferentes canais t&ecirc;m peso relativo id&ecirc;ntico.<br /> Afirmam n&atilde;o ter prefer&ecirc;ncia por qualquer marca.<br /> A maioria dos consumidores deste produto, 57% (4 em 7 indivíduos) opta pela moagem filtro.<br /> Ainda de referir que 71% (5 em 7 indivíduos) dos consumidores compra café de origem org&acirc;nica por quest&otilde;es de saúde. Também s&atilde;o mencionadas as op&ccedil;&otilde;es preocupa&ccedil;&otilde;es ambientais e qualidade, embora que sem express&atilde;o.<br /> No que respeita &agrave; dieta alimentar, e uma vez que os consumidores de café biológico se distribuem pelas várias op&ccedil;&otilde;es disponíveis (comida tradicional portuguesa, vegetariano, etc&hellip;), n&atilde;o é possível estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o entre hábitos alimentares e consumo de café de origem org&acirc;nica.<br /> <br /> No universo de consumidores de café biológico, 71,4% dos indivíduos viajou em férias na Europa e 42,9% para África.<br /> De observar que 10% dos inquiridos afirmam n&atilde;o comprar café biológico por dificuldade de acesso ao produto.<br /> Estes resultados permitem-nos concluir do deficit de conhecimento sobre este tipo de produto e locais em que se distribuem, bem como, da falta de sensibiliza&ccedil;&atilde;o para quest&otilde;es éticas da alimenta&ccedil;&atilde;o, por parte dos indivíduos que integram o universo seleccionado para estudo.<br /> Uma maior divulga&ccedil;&atilde;o sobre quest&otilde;es ambientais, sustentabilidade e de qualidade, assim como, uma maior acessibilidade do produto podem contribuir para o crescimento do mercado de cafés de origem biológica no Porto urbano.<br /> <br /> <br /> <br /></p> <div align="center"><strong> Anexos</strong><br /> </div> <p align="justify"> <br /> 1. Tabelas de frequ&ecirc;ncias, referentes ao gráficos<br /> <br /> 2. Layout do Inquérito<br /> <br /> <br /> <br /> <br /></p> <div align="center"><strong> Bibliografia</strong><br /> </div> <p align="justify"> <br /> <br /> Publica&ccedil;&otilde;es:<br /> <br /> Shaw, D., New Authenticity (p. 6-7), Textille View. <br /> <br /> Shaw, D., The New Authentics, View point, N.&ordm; 15, April 2004.<br /> <br /> Shaw, D., Plated Politics (p. 49-55), View Point, N&ordm; 19,<br /> O que escondem estas m&atilde;os, Proteste 272, Setembro 2006.<br /> <br /> Fernandes, Ana, Agricultura Biológica, jornal &ldquo;Público&rdquo;, 19 Novembro 2006.<br /> <br /> Seminário:<br /> <br /> Future Concept Lab, Mentalidades e Consumo de Moda, Mar&ccedil;o de 2006.<br /> <br /> Netgrafia:<br /> <br /> Brasil, Planeta org&acirc;nico, DAROLT, Moacir Roberto, Engenheiro Agrónomo, Data de acesso: 10-11-06,<br /> http://www.planetaorganico.com.br/cafespdar.htm<br /> http://www.planetaorganico.com.br/cafespdar2.htm<br /> <br /> Brasil, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária &ndash; Embrapa, Ricci, M. Freire, Neves, M. Prata, Data de acesso: 10-11-06, Data de Publica&ccedil;&atilde;o: Dez. 2004, http://www.cnpab.embrapa.br/publicacoes/sistemasdeproducao/cafe/certificacao.htm<br /> <br /> Brasil, IBD - Certifica&ccedil;&atilde;o e Cidadania - Produtos Org&acirc;nicos e Biodin&acirc;micos, Instituto Biodin&acirc;mico, Data de acesso: 10-11-06<br /> http://www.ibd.com.br/artigos/agricultura<em>organica</em>brasil.html<br /> <br /> http://www.simonlevelt.com/index<em>ns.html<br /> <br /> <br /> Países Baixos, Revista Esporo, Editor: Centro Técnico de Coopera&ccedil;&atilde;oAgrícola e Rural (CTA)Acordo de Cotonou ACP-EU, 10-11-06, n&ordm;59 Fev 2004.<br /> http://spore.cta.int/spore109/esporo59.pdf<br /> <br /> Portugal, Grupo Fonte Lusa, 10-11-06, 2002<br /> http://www.fontelusa.pt/domesticos/cafe.html<br /> <br /> Brasil, Revista &rdquo;Agroecologia Hoje&rdquo;, Sérgio Pedini, 10-11-06, N&ordm;23<br /> http://www.guiabioagri.com.br/index.php?option=com</em>content&amp;task=view&amp;id=231&amp;Itemid=2<br /> &nbsp;<br /> Portugal, Jornal &ldquo;O Publico&rdquo; - Café de Timor pode &quot;morrer&quot; a curto prazo, Luciano Alvarez,&nbsp; 10-11-06, 16/05/2002<br /> http://dossiers.publico.pt/shownews.asp?id=143874&amp;idCanal=666<br /> <br /> Case Study Delta Cafés.<br /> <br /></p> </p>
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		<title>Primeiro anúncio publicado em Portugal pela Coca-Cola</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Feb 2007 22:32:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Não catalogados</category>
	<category>Outros Assuntos</category>
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		<description><![CDATA[<p>Jornal Qualidade Online&nbsp;Fernando Pessoa redigiu o primeiro slogan da Coca-Cola em Portugal.O poeta era, nessa altura, copywriter da ag&ecirc;ncia de publicidade Hora. O slogan - &quot;primeiro estranha-se depois entranha-se&quot; foi proibido pelo regime, assim como a bebida, devido &agrave; conota&ccedil;&atilde;o da cocaína. Só muito mais tarde, em 1975, a Coca-Cola foi lan&ccedil;ada em Portugal.http://ipammp.blogspot.com/&nbsp;</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marioantunes.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fwww.qualidadeonline.com%2Fjornal%2Fcentros%2Fmarketing20.htm&amp;i=0&amp;c=7e9e58993872fcdd7d0e703e41bbb08dfb25b2a4">Jornal Qualidade Online</a></p><p><img width="150" height="213" border="0" title="" alt="" src="http://marioantunes.blogsome.com/wp-admin/images/cocacola20.jpg" />&nbsp;</p><p>Fernando Pessoa redigiu o primeiro slogan da Coca-Cola em Portugal.</p><p>O poeta era, nessa altura, copywriter da ag&ecirc;ncia de publicidade Hora. O slogan - &quot;primeiro estranha-se depois entranha-se&quot; foi proibido pelo regime, assim como a bebida, devido &agrave; conota&ccedil;&atilde;o da cocaína. Só muito mais tarde, em 1975, a Coca-Cola foi lan&ccedil;ada em Portugal.</p><p><a href="http://marioantunes.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fipammp.blogspot.com%2F&amp;i=0&amp;c=cbd75b101e53ceeb565e5d88d8922b882fb7e6c8" target="_blank">http://ipammp.blogspot.com/&nbsp;</a></p>
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		<title>International Business Etiquette, Culture, Manners and Geert Hofstede Cultural Analysis for Global Business Students &#038; Managers</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jan 2007 21:29:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Cult. Ideologia Mercado</category>
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		<description><![CDATA[<p>International Business Etiquette, Culture, Manners and Geert Hofstede Cultural Analysis for Global Business Students &amp; Managers Etiquette, manners, and cross cultural, or intercultural communication have become critical elements required for all International and Global Business executives, managers, and employees.Neste site, podemos ter acesso &agrave;s diversas diferen&ccedil;as culturais entre os países disponiveis e algumas regras a [...]</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marioantunes.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fwww.cyborlink.com%2F&amp;i=0&amp;c=5752a2285f5a6a9fe635d5b04d39df1519099fae">International Business Etiquette, Culture, Manners and Geert Hofstede Cultural Analysis for Global Business Students &amp; Managers</a> Etiquette, manners, and cross cultural, or intercultural communication have become critical elements required for all International and Global Business executives, managers, and employees.</p><p>Neste site, podemos ter acesso &agrave;s diversas diferen&ccedil;as culturais entre os países disponiveis e algumas regras a ter em conta se para lá viajarmos.</p><p><a href="http://marioantunes.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fwww.cyborlink.com%2F+&amp;i=0&amp;c=2c2b3160cbd2fe7354007979b939bfb1d9c4855c" target="_blank">http://www.cyborlink.com/&nbsp;</a></p>
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		<title>Implementação Super Bock - Angola</title>
		<link>http://marioantunes.blogsome.com/2007/01/22/implementacao-super-bock-angola/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Jan 2007 23:27:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Cult. Ideologia Mercado</category>
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		<description><![CDATA[<p>04-11-2006 - SIC Noticias &ndash; Programa sobre marcas  Neste programa, passou uma reportagem sobre a implementa&ccedil;&atilde;o da Super Bock em Angola. O administrador de marketing da empresa, fez refer&ecirc;ncia, que apesar do sucesso, existiam pequenos detalhes que n&atilde;o foram adaptados ao país e aos seus costumes. Exemplos de sucesso em Portugal, n&atilde;o o s&atilde;o [...]</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>04-11-2006 - SIC Noticias &ndash; Programa sobre marcas</strong><br /> <br /> Neste programa, passou uma reportagem sobre a implementa&ccedil;&atilde;o da Super Bock em Angola. O administrador de marketing da empresa, fez refer&ecirc;ncia, que apesar do sucesso, existiam pequenos detalhes que n&atilde;o foram adaptados ao país e aos seus costumes. Exemplos de sucesso em Portugal, n&atilde;o o s&atilde;o em Angola, como os Outdoors e a rádio. Em Angola funciona muito a prescri&ccedil;&atilde;o (boca-a-boca), algo que em Portugal, relativamente &agrave; marca, n&atilde;o acontece. Também fez refer&ecirc;ncia aos estilo de vida. Em Angola, o ritmo é mais calmo e quente, contrariamente ao estilo de vida portugu&ecirc;s. Na opini&atilde;o do entrevistado, era necessário que todos aqueles que intregam a equipa da Superbock em Angola, se tornassem mais Angolanos, de forma a sentirem melhor a sua cultura. </p>
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		<title>Proposta de trabalho nº 6</title>
		<link>http://marioantunes.blogsome.com/2006/12/30/p91/</link>
		<comments>http://marioantunes.blogsome.com/2006/12/30/p91/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Dec 2006 00:11:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Inv. Metodos Pesquisa</category>
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		<description><![CDATA[<pre><code>         Tema: Questionários  Comente as seguintes afirma&amp;ccedil;&amp;otilde;es:  &amp;quot;Para medir atitudes e opini&amp;otilde;es de um determinado público-alvo, tal só é possível com a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escalas&amp;quot;   Há várias escalas mas &amp;quot;a escala de Likert que apresenta uma série de cinco [...]
</code></pre>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><div align="left">    </div> <div align="left">   </div> <div align="left">   </div> <p><strong>Tema</strong>: Questionários<br />  </p><p>Comente as seguintes afirma&ccedil;&otilde;es:<br />  &quot;Para medir atitudes e opini&otilde;es de um determinado público-alvo, tal só é possível com a utiliza&ccedil;&atilde;o de escalas&quot;</p> <p align="left" class="MsoNormal"><br />  Há várias escalas mas &quot;a escala de Likert que apresenta uma série de cinco proposi&ccedil;&otilde;es, das quais o inquirido deve seleccionar uma&quot;, podendo estas ser concorda totalmente, concorda,  nem concorda nem discorda, discorda, discorda totalmente é adequada quando procuramos avaliar o grau de concord&acirc;ncia relativamente a uma determinada quest&atilde;o.</p> <p align="left" class="MsoNormal">&nbsp;</p> <p align="left" class="MsoNormal"><br />  As escalas de maior aplica&ccedil;&atilde;o em questionários s&atilde;o as escalas de adi&ccedil;&atilde;o (Escala de Likert) e de diferencia&ccedil;&atilde;o sem&acirc;ntica.<br /> Quando procuramos avaliar o grau de concord&acirc;ncia do inquirido relativamente a uma determinada quest&atilde;o, a &quot;escala de Likert&quot;, é a mais apropriada.</p> <p align="left" class="MsoNormal">Em baixo, poderemos ver os vários modelos de escalas de medi&ccedil;&atilde;o:<br />  </p> <div><font>Escalas de diferencia&ccedil;&atilde;o - A mais usada é a ESCALA DE THURSTONE.</font></div>  <div><font>Escalas de adi&ccedil;&atilde;o - A mais usada é a &ldquo;ESCALA DE LIKERT&rdquo;.</font></div>  <div><font>Escalas cumulativas - A mais conhecida é a ESCALA DE GUTTMAN.</font></div>  <div><font>Escalas de classifica&ccedil;&atilde;o - A mais conhecida é a &ldquo;ESCALAS Q. DE STEPHENSON&rdquo;.</font></div>  <div><font>Escalas de diferencia&ccedil;&atilde;o sem&acirc;ntica - </font><font>A mais conhecida é a &ldquo;ESCALA DE OSGOOD&rdquo;</font></div>  <div>&nbsp; </div> <div><a target="_blank" href="http://marioantunes.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fwww.serprofessoruniversitario.pro.br%2Fler.php%3Fmodulo%3D21%26amp%3Btexto%3D1304+&amp;i=0&amp;c=0ae99bf46742fe5b17d7d2edfbbf2e185cba980f">http://www.serprofessoruniversitario.pro.br/ler.php?modulo=21&amp;texto=1304</a></div></p>
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		<title>Proposta de trabalho nº5</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Dec 2006 22:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Inv. Metodos Pesquisa</category>
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		<description><![CDATA[<p>TEMA: Inquérito por Questionário  &nbsp; Comente a seguinte afirma&ccedil;&atilde;o Através da formula&ccedil;&atilde;o de quest&otilde;es fechadas a análise das respostas é mais difícil &nbsp; A formula&ccedil;&atilde;o de quest&otilde;es fechadas torna a sua análise quantitativa mais fácil. No entanto, do ponto de vista qualitativo, as perguntas fechadas, podem levar a que os inquiridos respondam de forma [...]</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><p align="left"><strong>TEMA:</strong> Inquérito por Questionário</p> <div align="left"> <p align="left">&nbsp;</p> <p align="left">Comente a seguinte afirma&ccedil;&atilde;o</p> <p align="left">Através da formula&ccedil;&atilde;o de quest&otilde;es fechadas a análise das respostas é mais difícil</p> <p align="left">&nbsp;</p> <p align="left">A formula&ccedil;&atilde;o de quest&otilde;es fechadas torna a sua análise quantitativa mais fácil. No entanto, do ponto de vista qualitativo, as perguntas fechadas, podem levar a que os inquiridos respondam de forma superficial.</p> <p align="left">A utiliza&ccedil;&atilde;o de quest&otilde;es abertas, leva a respostas mais completas e detalhadas por parte do inquirido, tendo no entanto a desvantagem de serem de mais dificil interpreta&ccedil;&atilde;o e assim, tratamento informático.</p> <p align="left">Como op&ccedil;&atilde;o aos dois tipos de quest&otilde;es em cima mencionados, poder&atilde;o ser usadas quest&otilde;es semi-fechadas.</p></div></p>
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		<title>Proposta de trabalho nº 4</title>
		<link>http://marioantunes.blogsome.com/2006/12/29/p89/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Dec 2006 22:33:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Inv. Metodos Pesquisa</category>
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		<description><![CDATA[<p>TEMA: Inquérito por Questionário   Comente a seguinte afirma&ccedil;&atilde;o&nbsp;       Um questionário é constituido por duas partes &nbsp; No que diz respeito &agrave; estrutura de um questionário, a afirma&ccedil;&atilde;o n&atilde;o está correcta, pois este deve constituído por 3 partes: a) introdu&ccedil;&atilde;o b) corpo c) caracterizadores dos inquiridos </p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><p align="left"><strong>TEMA:</strong> Inquérito por Questionário</p> <p align="left"><br /> </p> Comente a seguinte afirma&ccedil;&atilde;o&nbsp; <div align="left">     </div> <p align="left"><strong>Um questionário é constituido por duas partes</strong></p> <p align="left">&nbsp;</p> <div align="left">No que diz respeito &agrave; estrutura de um questionário, a afirma&ccedil;&atilde;o n&atilde;o está correcta, pois este deve constituído por 3 partes:<br /> a) introdu&ccedil;&atilde;o<br /> b) corpo<br /> c) caracterizadores dos inquiridos</div> </p>
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		<title>Proposta de Trabalho nº 2</title>
		<link>http://marioantunes.blogsome.com/2006/12/29/p88/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Dec 2006 22:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Inv. Metodos Pesquisa</category>
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		<description><![CDATA[<p>Investiga&ccedil;&atilde;o e Métodos de Pesquisa :: Proposta de Trabalho n&ordm; 2 :: October :: 2006O problema surge a partir do conhecimento de alguns factos, ou seja, só conhecendo factos é que poderemos detectar necessidades, incoer&ecirc;ncias ou problemas. Nesta óptica, e contrariando a afirma&ccedil;&atilde;o, para podermos formular a pergunta final (problema), teremos que estar na posse [...]</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marioantunes.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fimp.blogsome.com%2F2006%2F10%2F16%2Fp17%2F&amp;i=0&amp;c=01d52b94e1ec4d6a07e5fa0a0c9ecbca445ccc58">Investiga&ccedil;&atilde;o e Métodos de Pesquisa :: Proposta de Trabalho n&ordm; 2 :: October :: 2006</a></p><p>O problema surge a partir do conhecimento de alguns factos, ou seja, só conhecendo factos é que poderemos detectar necessidades, incoer&ecirc;ncias ou problemas. Nesta óptica, e contrariando a afirma&ccedil;&atilde;o, para podermos formular a pergunta final (problema), teremos que estar na posse dos factos mais relevantes que levaram &agrave; sua identifica&ccedil;&atilde;o. A quest&atilde;o final deverá ser colocada sob forma de pergunta, de maneira clara e concisa. Deve permitir uma investiga&ccedil;&atilde;o empírica, devendo evitar juízos éticos ou morais.</p><p>Comment by Mário Antunes &mdash; October 19, 2006 @ 10:13 pm</p>
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		<title>Proposta de Trabalho nº 1</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Dec 2006 22:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Inv. Metodos Pesquisa</category>
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		<description><![CDATA[<p>Investiga&ccedil;&atilde;o e Métodos de Pesquisa :: Proposta de Trabalho n&ordm; 1 :: October :: 2006&nbsp; A afirma&ccedil;&atilde;o refere, um conhecimento que é adquirido através de ideias e pensamentos teóricos e experi&ecirc;ncias no dia-a-dia. Experi&ecirc;ncias essas, que tanto podem ser positivas como negativas. N&atilde;o sendo, no entanto, um saber assente no rigor da ci&ecirc;ncia.Comment by Mário [...]</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marioantunes.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fimp.blogsome.com%2F2006%2F10%2F06%2Fp13%2F%23comments&amp;i=0&amp;c=2f11173295ce407e5a93ef9d4b9996bc0fd4ece1">Investiga&ccedil;&atilde;o e Métodos de Pesquisa :: Proposta de Trabalho n&ordm; 1 :: October :: 2006</a></p><p>&nbsp;<br /> A afirma&ccedil;&atilde;o refere, um conhecimento que é adquirido através de ideias e pensamentos teóricos e experi&ecirc;ncias no dia-a-dia. Experi&ecirc;ncias essas, que tanto podem ser positivas como negativas. N&atilde;o sendo, no entanto, um saber assente no rigor da ci&ecirc;ncia.</p><p>Comment by Mário Antunes &mdash; October 8, 2006 @ 8:36 pm</p>
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		<title>O Fim dos Empregos</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Dec 2006 23:35:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Não catalogados</category>
	<category>Fundamentos Marketing</category>
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		<description><![CDATA[<p>O Fim dos Empregos&quot;Em &quot;O Fim dos empregos&quot;, Jeremy Rifkin apresenta uma vis&atilde;o um tanto preocupante, e, ao mesmo tempo, esperan&ccedil;osa do futuro.&quot;A propósito deste artigo, hoje, em conversa com um amigo, cuja esposa perdeu recentemente o emprego, concordamos que a ideia de empregos fixos, é coisa do passado. Até mesmo, o Estado, enquanto empregador, [...]</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marioantunes.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fwww.portaldomarketing.com.br%2FArtigos%2FO%2520Fim%2520dos%2520Empregos.htm&amp;i=0&amp;c=7c670430986fd6ed241a49e5c737a6a3f7aed07b">O Fim dos Empregos</a></p><p><font>&quot;Em &quot;O Fim dos empregos&quot;, Jeremy Rifkin apresenta uma vis&atilde;o um tanto preocupante, e, ao mesmo tempo, esperan&ccedil;osa do futuro.&quot;</font></p><p>A propósito deste artigo, hoje, em conversa com um amigo, cuja esposa perdeu recentemente o emprego, concordamos que a ideia de empregos fixos, é coisa do passado. Até mesmo, o Estado, enquanto empregador, tende a enveredar por politicas de contrata&ccedil;&atilde;o mais &quot;precárias&quot;.</p><p>Podemos chamar a isto globaliza&ccedil;&atilde;o, competitividade, mas a que pre&ccedil;o? Estará o ser humano preparado para tal mudan&ccedil;a. Seremos nós seres preparados para constantes mudan&ccedil;as ou, pelo contrário, procuramos estabilidade e seguran&ccedil;a.</p><p>Segundo a conhecidade pir&acirc;mide de MASLOW, seguran&ccedil;a é a segunda necessidade a ser satisfeita, e será que vamos nesse caminho, ou estaremos a afastarmo-nos dele?</p><p>Como poderemos nós, constituir familia, comprar casa, entre outras coisas, se n&atilde;o conserguirmos atingir alguma estabilidade profissional?</p>
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